Rebeldes tomam QG de Gaddafi
Após quatro dias de confrontos, rebeldes líbios invadiram ontem em Trípoli o complexo do ditador Muammar Gaddafi, há 42 anos anos no poder, cuja queda parece próxima.
A entrada em Bab al Azizia, o conjunto de prédios que abriga a sede do governo e a residência oficial de Gaddafi, é a mais importante conquista militar dos insurgentes desde o início do levante. Não estava claro, até a conclusão desta edição, qual proporção do complexo estava tomada.
Os rebeldes creem poder ter pleno controle da capital nos próximos dias. Também é desconhecido o paradeiro do ditador.
À noite, manifestantes antirregime tomaram a simbólica praça Verde, onde Gaddafi reunia multidões de simpatizantes até dias atrás.
Com os primeiros rumores da entrada dos rebeldes em Bab al Azizia, mulheres eram vistas nas janelas cantando o "iú-iú" tradicional dos festejos em países árabes.
Crianças foram às ruas agitando a bandeira tricolor, usada na Líbia antes do golpe de Gaddafi, em 1969.
Ação coordenada
A entrada em Bab al Azizia é fruto de uma ofensiva lançada há várias semanas.
A ação envolveu avanço rumo a Trípoli coordenado por sul, oeste e leste e uma intensificação dos bombardeios da Otan, a aliança militar ocidental.
Na chegada à capital, rebeldes enfrentaram resistência. Há dezenas de mortos entre civis e insurgentes.
Trípoli ainda tem vários focos de combate, e há relatos de tiros disparados por franco-atiradores nos arredores do complexo de Gaddafi.
Causa medo entre oposicionistas o rumor de que agentes pró-Gaddafi agitam bandeiras rebeldes para despistar e atacar inimigos.
Os rebeldes creem poder ter pleno controle da capital nos próximos dias. Também é desconhecido o paradeiro do ditador.
À noite, manifestantes antirregime tomaram a simbólica praça Verde, onde Gaddafi reunia multidões de simpatizantes até dias atrás.
Com os primeiros rumores da entrada dos rebeldes em Bab al Azizia, mulheres eram vistas nas janelas cantando o "iú-iú" tradicional dos festejos em países árabes.
Crianças foram às ruas agitando a bandeira tricolor, usada na Líbia antes do golpe de Gaddafi, em 1969.
Ação coordenada
A entrada em Bab al Azizia é fruto de uma ofensiva lançada há várias semanas.
A ação envolveu avanço rumo a Trípoli coordenado por sul, oeste e leste e uma intensificação dos bombardeios da Otan, a aliança militar ocidental.
Na chegada à capital, rebeldes enfrentaram resistência. Há dezenas de mortos entre civis e insurgentes.
Trípoli ainda tem vários focos de combate, e há relatos de tiros disparados por franco-atiradores nos arredores do complexo de Gaddafi.
Causa medo entre oposicionistas o rumor de que agentes pró-Gaddafi agitam bandeiras rebeldes para despistar e atacar inimigos.
Por Folha


