Cisne Branco atua como embaixada flutuante do Brasil
O repórter Ernesto Paglia embarca em um navio que é uma espécie de embaixada flutuante do Brasil nos sete mares e oceanos mundo afora. A bordo deste navio, vamos fazer uma viagem inédita para uma equipe de televisão. Durante cinco dias, estaremos dentro de um dos navios mais bonitos do mundo, o cartão de visitas da Marinha do Brasil: o navio-veleiro Cisne Branco. Vamos zarpar de Fortaleza (CE) e vamos pela costa do Piauí e Maranhão até chegar a Belém no Pará.
Para trabalhar no navio-veleiro Cisne Branco, é importante querer, porque todos são voluntários. Depois, é preciso enfrentar o medo das alturas para trabalhar no alto dos mastros. Um deles, por exemplo, tem 46 metros de altura, o que equivale à altura de um prédio de 15 andares.
Escalar os mastros do Cisne Branco, de dia ou de noite, debaixo de sol ou de chuva, é tarefa número um desses militares. Afinal, são as velas que dão vida ao Cisne Branco, e abri-las não é brincadeira. É uma Manobra Geral de Velas (MGV). “Significa que todos vão para o convés principal e assumem as suas posições normais. Cada mastro tem uma equipe já fixa”, afirma o comandante do Cisne Branco, Renato Batista de Melo.
“Depois, vai ser dada uma ordem para que quem tem que subir por essas escadas que dão acesso ao mastros já se posicione. Aí, eu peço autorização ao comandante para autorizar a subida do pessoal no mastro para desferrar as velas. Então, eles vão soltar as velas para elas estarem prontas para serem passadas, ou seja, postas em uso”, explica o chefe de convés Fábio Cândido da Silva.
O Cisne Branco foi todo reconstruído recentemente dentro da antiga tradição náutica e marítima. No passadiço, fica o centro de comando de navegação do navio, onde estão os radares, os sistemas de navegação por satélite e também a parte de comunicações, como rádio e telefones. Outra modernidade do navio é o aparelho de osmose reversa que transforma água do mar em água doce.
Militares fazem mutirão em Dia da Descoberta
O Cisne Branco tem um jeito antigo, mas mal completou 11 anos. O belo veleiro foi construído na Holanda para as comemorações dos 500 anos do descobrimento do Brasil. Hoje, o navio participa de regatas, mundo afora, e coleciona troféus e vitórias. Para a Marinha, o Cisne Branco é uma arma de boa vizinhança. “O país utiliza seus navios para, como a gente chama, mostra a bandeira. Ou seja, para visitar novos países, estreitar laços de amizade com nações amigas e também estabelecer contato com países com os quais nós queremos manter relacionamento diplomático”, afirma o comandante.
Para fazer bonito mundo afora, o navio tem que estar sempre impecável. Para isso, tem a descoberta que, no Cisne Branco, significa o dia de manutenção. “No dia da descoberta, vão todos para o convés externo. A gente faz tipo um mutirão, em que todos estão empenhados”, ressalta Gilcemar. “Ele exige essa manutenção sempre”.
Após cinco dias no mar, ainda faltam 300 quilômetros para chegar a Belém do Pará. E o Cisne Branco cumpre um antigo ritual: se prepara para chegar ao porto. E isso envolve inclusive a limpeza meticulosa de todos os setores do navio. A cada fim de viagem, a tripulação prepara o navio para as visitas. Recentemente, em Buenos Aires, o veleiro recebeu 16 mil pessoas em um único dia.
Para trabalhar no navio-veleiro Cisne Branco, é importante querer, porque todos são voluntários. Depois, é preciso enfrentar o medo das alturas para trabalhar no alto dos mastros. Um deles, por exemplo, tem 46 metros de altura, o que equivale à altura de um prédio de 15 andares.
Escalar os mastros do Cisne Branco, de dia ou de noite, debaixo de sol ou de chuva, é tarefa número um desses militares. Afinal, são as velas que dão vida ao Cisne Branco, e abri-las não é brincadeira. É uma Manobra Geral de Velas (MGV). “Significa que todos vão para o convés principal e assumem as suas posições normais. Cada mastro tem uma equipe já fixa”, afirma o comandante do Cisne Branco, Renato Batista de Melo.
“Depois, vai ser dada uma ordem para que quem tem que subir por essas escadas que dão acesso ao mastros já se posicione. Aí, eu peço autorização ao comandante para autorizar a subida do pessoal no mastro para desferrar as velas. Então, eles vão soltar as velas para elas estarem prontas para serem passadas, ou seja, postas em uso”, explica o chefe de convés Fábio Cândido da Silva.
O Cisne Branco foi todo reconstruído recentemente dentro da antiga tradição náutica e marítima. No passadiço, fica o centro de comando de navegação do navio, onde estão os radares, os sistemas de navegação por satélite e também a parte de comunicações, como rádio e telefones. Outra modernidade do navio é o aparelho de osmose reversa que transforma água do mar em água doce.
Militares fazem mutirão em Dia da Descoberta
O Cisne Branco tem um jeito antigo, mas mal completou 11 anos. O belo veleiro foi construído na Holanda para as comemorações dos 500 anos do descobrimento do Brasil. Hoje, o navio participa de regatas, mundo afora, e coleciona troféus e vitórias. Para a Marinha, o Cisne Branco é uma arma de boa vizinhança. “O país utiliza seus navios para, como a gente chama, mostra a bandeira. Ou seja, para visitar novos países, estreitar laços de amizade com nações amigas e também estabelecer contato com países com os quais nós queremos manter relacionamento diplomático”, afirma o comandante.
Para fazer bonito mundo afora, o navio tem que estar sempre impecável. Para isso, tem a descoberta que, no Cisne Branco, significa o dia de manutenção. “No dia da descoberta, vão todos para o convés externo. A gente faz tipo um mutirão, em que todos estão empenhados”, ressalta Gilcemar. “Ele exige essa manutenção sempre”.
Após cinco dias no mar, ainda faltam 300 quilômetros para chegar a Belém do Pará. E o Cisne Branco cumpre um antigo ritual: se prepara para chegar ao porto. E isso envolve inclusive a limpeza meticulosa de todos os setores do navio. A cada fim de viagem, a tripulação prepara o navio para as visitas. Recentemente, em Buenos Aires, o veleiro recebeu 16 mil pessoas em um único dia.
Por Globo.com


