Kit anti-homofobia deve ser refeito, diz Haddad
Um dia depois de a presidente Dilma Rousseff proibir a distribuição do chamado kit anti-homofobia, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que o material pode ser integralmente refeito. A afirmação se dá em meio à também polêmica acusação da Associação Brasileira de Bissexuais, Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABGLT) contra a bancada evangélica do Congresso. Segundo a ABGLT, os evangélicos podem ter enganado a presidente da República.
Fernando Haddad afirmou que Dilma entendeu que o material, da forma como está, não combate a homofobia. "A presidente entendeu que ele não foi desenhado de maneira apropriada para promover aquilo que pretende, que é o combate à violência, à humilhação dessas pessoas na escola, à evasão [escolar] desse público", comentou o ministro.
Nesta quinta-feira, Dilma se pronunciou sobre vários temas, como a crise envolvendo o ministro Antonio Palocci, e também sobre o kit homofobia. "O governo defende a educação e também a luta contra práticas homofóbicas. No entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais. Também não podemos de nenhuma forma interferir na vida privada das pessoas", disse Dilma, em Brasília. A presidente afirmou que não viu o material na íntegra, mas que viu parte dos vídeos divulgados pela imprensa. Segundo ela, o material não é adequado.
A posição de Dilma é alvo de duas polêmicas. A primeira é que ela teria decidido vetar o kit para contar com o apoio da bancada evangélica na defesa de Palocci no Congresso. O segundo é que ela teria sido enganada pelo material distribuído pela bancada evangélica. Toni Reis, presidente da ABGLT, fez essas acusações em entrevista ao Terra Magazine. Anthony Garotinho (PP-RJ), vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, negou dolo de seu aliados.
Nesta quinta, Haddad atribuiu a polêmica à desinformação à politização do debate. "Houve muita confusão a respeito. Quando uma discussão deixa de ser técnica e passa a ser política você tem muita dificuldade de organizar um debate racional sobre o assunto", disse. "Cheguei a ver (no Congresso) um material voltado para profissionais do sexo nas mãos de um deputado que dizia que o MEC ia distribuir aquilo para crianças de seis anos. Até isso eu vi", afirmou Haddad. Segundo ele, foi para evitar novas confusões que Dilma determinou a criação de uma comissão na Secretaria de Comunicação que vai dar a última palavra sobre esse assunto.
Fernando Haddad afirmou que Dilma entendeu que o material, da forma como está, não combate a homofobia. "A presidente entendeu que ele não foi desenhado de maneira apropriada para promover aquilo que pretende, que é o combate à violência, à humilhação dessas pessoas na escola, à evasão [escolar] desse público", comentou o ministro.
Nesta quinta-feira, Dilma se pronunciou sobre vários temas, como a crise envolvendo o ministro Antonio Palocci, e também sobre o kit homofobia. "O governo defende a educação e também a luta contra práticas homofóbicas. No entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais. Também não podemos de nenhuma forma interferir na vida privada das pessoas", disse Dilma, em Brasília. A presidente afirmou que não viu o material na íntegra, mas que viu parte dos vídeos divulgados pela imprensa. Segundo ela, o material não é adequado.
A posição de Dilma é alvo de duas polêmicas. A primeira é que ela teria decidido vetar o kit para contar com o apoio da bancada evangélica na defesa de Palocci no Congresso. O segundo é que ela teria sido enganada pelo material distribuído pela bancada evangélica. Toni Reis, presidente da ABGLT, fez essas acusações em entrevista ao Terra Magazine. Anthony Garotinho (PP-RJ), vice-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, negou dolo de seu aliados.
Nesta quinta, Haddad atribuiu a polêmica à desinformação à politização do debate. "Houve muita confusão a respeito. Quando uma discussão deixa de ser técnica e passa a ser política você tem muita dificuldade de organizar um debate racional sobre o assunto", disse. "Cheguei a ver (no Congresso) um material voltado para profissionais do sexo nas mãos de um deputado que dizia que o MEC ia distribuir aquilo para crianças de seis anos. Até isso eu vi", afirmou Haddad. Segundo ele, foi para evitar novas confusões que Dilma determinou a criação de uma comissão na Secretaria de Comunicação que vai dar a última palavra sobre esse assunto.
Por Época


