Morre aos 62 anos o cantor e poeta Gil Scott-Heron
Morreu nesta sexta-feira (27), por volta das 17h, o cantor e poeta norte-americano Gil Scott-Heron.
Ele tinha 62 anos e era reconhecido como um dos pioneiros do hip-hop.
O músico estava internado no hospital St Luke's-Roosevelt, em Nova York. A causa da morte não foi divulgada.
Sua morte foi anunciada no Twitter do publisher do artista no Reino Unido, Jayme Bing.
"A morte de Gil Scott-Heron NÃO é boato. Estou tão triste", escreveu. "Ele era uma das pessoas mais inspiradoras que eu já conheci."
Scott-Heron fazia uma mistura de poesia falada com jazz e soul. No ano passado, lançou o aclamado disco "I'm New Here".
Nascido em Chicago em 1º de abril de 1949 em Chicago, ele ele passou sua infância no Tennessee, cursou a Lincoln University e depois se mudou para Nova York.
O primeiro disco veio em 1970, "Small Talk at 125th and Lenox", onde estava sua obra mais famosa: "The Revolution Will Not Be Televised".
Seus discos influenciaram várias gerações da música negra.
Nos anos 2000, ele teve problemas com drogas e chegou a ser preso por posse de substâncias ilícitas.
O músico viria ao Brasil no ano passado para participar da Mostra Sesc de Artes.
Ele cancelou sua vinda ao país por causa de um problema crônico na perna.
Ele tinha 62 anos e era reconhecido como um dos pioneiros do hip-hop.
O músico estava internado no hospital St Luke's-Roosevelt, em Nova York. A causa da morte não foi divulgada.
Sua morte foi anunciada no Twitter do publisher do artista no Reino Unido, Jayme Bing.
"A morte de Gil Scott-Heron NÃO é boato. Estou tão triste", escreveu. "Ele era uma das pessoas mais inspiradoras que eu já conheci."
Scott-Heron fazia uma mistura de poesia falada com jazz e soul. No ano passado, lançou o aclamado disco "I'm New Here".
Nascido em Chicago em 1º de abril de 1949 em Chicago, ele ele passou sua infância no Tennessee, cursou a Lincoln University e depois se mudou para Nova York.
O primeiro disco veio em 1970, "Small Talk at 125th and Lenox", onde estava sua obra mais famosa: "The Revolution Will Not Be Televised".
Seus discos influenciaram várias gerações da música negra.
Nos anos 2000, ele teve problemas com drogas e chegou a ser preso por posse de substâncias ilícitas.
O músico viria ao Brasil no ano passado para participar da Mostra Sesc de Artes.
Ele cancelou sua vinda ao país por causa de um problema crônico na perna.
Por Folha


