|

Veja as fotos nuas do escritor Araripe Coutinho

O poeta e escritor sergipano, Araripe Coutinho, foi manchete de todas as emissoras de rádio na manha desta sexta-feira (20), por conta de umas fotos feitas dentro do Palácio Museu Olimpio Campos. O nu artístico, de Araripe Coutinho foi feito em 2005, segundo contou na manha de hoje em entrevista que concedeu.Segundo Araripe, as fotos estavam em seu computador e sem sua autorização elas foram colocadas na Internet, o que acabou tendo conhecimento de muita gente. Alguem teria retirado as fotos que estavam armazenada em seu computador e as colocado na Net.
O poeta disse que não foi premeditado e nem havia intenção de fazer as fotos, porem o fotografo achou o lugar apropriado e o incentivou a realizar as cenas, o que acabou acontecendo. “Foi um ensaio belíssimo. Essas fotos foram tiradas no ano de 2005 e seriam utilizadas na comemoração dos 20 anos do meu trabalho, que eu não fiz por falta de patrocínio”, explicou Araripe. Segundo o poeta, ele não tem conhecimento sobre como as fotos circularam na internet. “Não sei como essas fotos foram parar na internet. Eu tinha divulgado apenas duas no meu ‘facebook’, mas as demais foram colocadas por alguém nos sites”, disse ele, em entrevista ao radialista George Magalhães, no programa Liberdade sem Censura.
Isso tudo acabou criando uma grande polemica e foi questionado por todos os radialistas, de quem teria dado a autorização para a realização do nu artístico. Araripe explicou que não houve autorização e sim o pedido para a realização de fotos, porem nada insinuante. “Não há vulgaridade nesse ensaio fotográfico. Inclusive a flor utilizada é enorme, parece até a Mata Atlântica”, brincou o escritor. Segundo o poeta, não há motivos para tantas críticas. “John Lennon e outros artistas já fizeram fotos de nu artístico, então, não vejo necessidade de tantas críticas. A beleza das fotos não está no meu corpo, pois estou um pouco gordinho, mas sim na arte literária. Se fossem as moças do ‘Tchan’, todo mundo acharia lindo”, brincou o poeta.





Por Plenário