PSDB vai pedir investigação sobre indenização paga a Gleisi
O PSDB na Câmara vai pedir que a Procuradoria Geral da República investigue o fato de a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, ter recebido indenização de R$ 41 mil após deixar a Itaipu Binacional para se candidatar, pela primeira vez, ao Senado pelo PT do Paraná.
A indenização, equivalente a multa de 40% do saldo para efeito de rescisão trabalhista, só é paga quando o funcionário é demitido da empresa sem justa causa.
A informação sobre o pagamento de indenização à ministra foi antecipada ontem pela Folha. Gleisi afirmou que o pagamento foi legal e que ela foi exonerada da empresa, mas não comentou sobre o fato de sua saída ter sido para disputar a eleição.
De acordo com o líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), Gleisi teria se beneficiado do pagamento de indenização que não lhe era devida, o que pode configurar improbidade administrativa e peculato. "Como diretora financeira, ela pagou a si própria. Isso precisa ser investigado", disse o líder.
A intenção do partido é fazer um requerimento à Procuradoria no início da próxima semana.
Em nota, o PSDB também diz que vai apresentar requerimentos de convocação na Comissão de Fiscalização da Câmara para ouvir Gleisi.
Questionada pela Folha sobre o pagamento, a ministra afirmou que "foi exonerada de Itaipu, conforme decreto publicado no Diário Oficial de 29/3/2006' e que o valor recebido 'a título de indenização do FGTS foi de R$ 41.829,79".
Nesta quinta-feira, em entrevista à rádio "CBN", o presidente da Itaipu Binacional, Jorge Samek, afirmou que foi dele a decisão de demitir a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) da diretoria financeira da empresa, em 2006.
Segundo Samek, essa decisão contrariou o pedido dela de voltar ao cargo, caso não vencesse a eleição para o Senado, que disputou naquele ano.
A indenização, equivalente a multa de 40% do saldo para efeito de rescisão trabalhista, só é paga quando o funcionário é demitido da empresa sem justa causa.
A informação sobre o pagamento de indenização à ministra foi antecipada ontem pela Folha. Gleisi afirmou que o pagamento foi legal e que ela foi exonerada da empresa, mas não comentou sobre o fato de sua saída ter sido para disputar a eleição.
De acordo com o líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), Gleisi teria se beneficiado do pagamento de indenização que não lhe era devida, o que pode configurar improbidade administrativa e peculato. "Como diretora financeira, ela pagou a si própria. Isso precisa ser investigado", disse o líder.
A intenção do partido é fazer um requerimento à Procuradoria no início da próxima semana.
Em nota, o PSDB também diz que vai apresentar requerimentos de convocação na Comissão de Fiscalização da Câmara para ouvir Gleisi.
Questionada pela Folha sobre o pagamento, a ministra afirmou que "foi exonerada de Itaipu, conforme decreto publicado no Diário Oficial de 29/3/2006' e que o valor recebido 'a título de indenização do FGTS foi de R$ 41.829,79".
Nesta quinta-feira, em entrevista à rádio "CBN", o presidente da Itaipu Binacional, Jorge Samek, afirmou que foi dele a decisão de demitir a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) da diretoria financeira da empresa, em 2006.
Segundo Samek, essa decisão contrariou o pedido dela de voltar ao cargo, caso não vencesse a eleição para o Senado, que disputou naquele ano.


