Audiência sobre naufrágio do Costa Concordia reúne 800 pessoas
Uma audiência preliminar sobre o naurfrágio do cruzeiro Costa Concordia foi realizada neste sábado (3) em Grosseto, no Teatro Moderno Grosseto para que cerca de 800 pessoas, entre advogados, promotores e testemunhas, pudessem comparecer. O principal acusado, o capitão Francesco Schettino, não foi à audiência. Ele enfrenta as acusações de homicídio culposo múltiplo (sem intenção de matar), naufrágio e abandono de embarcação. Seu advogado disse que teme por sua segurança.
Informações sobre o naufrágio foram entregues a um grupo de especialistas nomeados pela corte, que passarão vários meses examinando as evidências. A próxima audiência foi marcada para o dia 21 de julho, quando os resultados devem ser apresentados à juíza Valeria Montesarchio.
São investigados os três dirigentes da Costa Cruzeiros, empresa responsável Costa Concordia: o vice-presidente executivo de operações da frota, Manfred Ursprunger, o chefe da Unidade de Crise, Roberto Ferrarini, e o superintendente da frota do navio, Paolo Parodi. Eles são acusados de homicídio culposo e omissão na comunicação às autoridades marítimas. A promotoria de Grosseto também investiga os oficiais Ciro Ambrosio, Andrea Bongiovanni, Roberto Bosio, Silvia Coronica e Salvatore Ursino.
O cruzeiro Costa Concordia naufragou no dia 13 de janeiro após bater contra rochas. O acidente aconteceu porque o capitão Schettino saiu da rota para se aproximar da costa da ilha italiana do Giglio. O navio trnasportava 4.229 passageiros. No naufrágio morreram 25 pessoas e 7 continuam desaparecidas. A retirada do navio do litoral levará de 7 a 10 meses.
Informações sobre o naufrágio foram entregues a um grupo de especialistas nomeados pela corte, que passarão vários meses examinando as evidências. A próxima audiência foi marcada para o dia 21 de julho, quando os resultados devem ser apresentados à juíza Valeria Montesarchio.
São investigados os três dirigentes da Costa Cruzeiros, empresa responsável Costa Concordia: o vice-presidente executivo de operações da frota, Manfred Ursprunger, o chefe da Unidade de Crise, Roberto Ferrarini, e o superintendente da frota do navio, Paolo Parodi. Eles são acusados de homicídio culposo e omissão na comunicação às autoridades marítimas. A promotoria de Grosseto também investiga os oficiais Ciro Ambrosio, Andrea Bongiovanni, Roberto Bosio, Silvia Coronica e Salvatore Ursino.
O cruzeiro Costa Concordia naufragou no dia 13 de janeiro após bater contra rochas. O acidente aconteceu porque o capitão Schettino saiu da rota para se aproximar da costa da ilha italiana do Giglio. O navio trnasportava 4.229 passageiros. No naufrágio morreram 25 pessoas e 7 continuam desaparecidas. A retirada do navio do litoral levará de 7 a 10 meses.
Por Época


