Gaviões e Mancha estão proibidas de entrar em estádio
A Federação Paulista de Futebol (FPF) decidiu nesta segunda-feira (26)
proibir a entrada das torcidas organizadas Mancha Verde, do Palmeiras, e
Gaviões da Fiel, do Corinthians, nos estádios. A decisão, segundo a
federação, foi motivada por um pedido da Delegacia de Polícia de
Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância por causa do
confronto de domingo (25) envolvendo as duas organizadas, que provocou
as mortes de dois torcedores.
O palmeirense André Alves Lezo, de 21 anos, morreu na noite de domingo. Ele foi baleado na cabeça e encaminhado para o Hospital de Vila Cachoeirinha, mas não resistiu aos ferimentos. Lezo foi enterrado na tarde desta segunda no Cemitério Jaraguá, zona oeste de São Paulo.
O outro torcedor morreu nesta segunda-feira, e seu nome ainda não foi divulgado. Ele estava internado em um hospital na zona oeste da cidade.
O presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, disse que a proibição será mantida até que os fatos sejam apurados e os responsáveis punidos. A resolução já entra em vigor a partir desta segunda-feira.
O conflito envolvendo cerca de 300 torcedores do Palmeiras e do Corinthians ocorreu pouco depois das 9 horas de domingo, na Avenida Inajar de Souza, na zona norte da capital paulista, antes do clássico entre as duas equipes, válido pelo campeonato paulista, e distante do local do jogo, o Pacaembu, na zona oeste. O caso foi registrado no 72º Distrito Policial e será investigado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.
O promotor Thales César de Oliveira, coordenador do Plano de Ação de Jogos de Futebol do Ministério Público Estadual, formado por 11 promotores, informou que até quarta-feira (28) se reunirá com representantes da Federação Paulista de Futebol e demais envolvidos no caso, como policiais civis e militares, para decidir que medidas podem ser adotadas para coibir esse tipo de conflito entre torcidas organizadas.
Este foi o segundo episódio com morte de torcedores envolvendo conflitos de torcidas organizadas em menos de duas semanas. Há dez dias, depois de uma confusão entre torcedores do Guarani e da Ponte Preta, em Campinas, no interior paulista, Anderson Ferreira, de 28 anos, torcedor do Guarani, foi espancado com barras de ferro e de madeira em frente ao Estádio Brinco de Ouro, morrrendo três dias depois.
O palmeirense André Alves Lezo, de 21 anos, morreu na noite de domingo. Ele foi baleado na cabeça e encaminhado para o Hospital de Vila Cachoeirinha, mas não resistiu aos ferimentos. Lezo foi enterrado na tarde desta segunda no Cemitério Jaraguá, zona oeste de São Paulo.
O outro torcedor morreu nesta segunda-feira, e seu nome ainda não foi divulgado. Ele estava internado em um hospital na zona oeste da cidade.
O presidente da FPF, Marco Polo Del Nero, disse que a proibição será mantida até que os fatos sejam apurados e os responsáveis punidos. A resolução já entra em vigor a partir desta segunda-feira.
O conflito envolvendo cerca de 300 torcedores do Palmeiras e do Corinthians ocorreu pouco depois das 9 horas de domingo, na Avenida Inajar de Souza, na zona norte da capital paulista, antes do clássico entre as duas equipes, válido pelo campeonato paulista, e distante do local do jogo, o Pacaembu, na zona oeste. O caso foi registrado no 72º Distrito Policial e será investigado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.
O promotor Thales César de Oliveira, coordenador do Plano de Ação de Jogos de Futebol do Ministério Público Estadual, formado por 11 promotores, informou que até quarta-feira (28) se reunirá com representantes da Federação Paulista de Futebol e demais envolvidos no caso, como policiais civis e militares, para decidir que medidas podem ser adotadas para coibir esse tipo de conflito entre torcidas organizadas.
Este foi o segundo episódio com morte de torcedores envolvendo conflitos de torcidas organizadas em menos de duas semanas. Há dez dias, depois de uma confusão entre torcedores do Guarani e da Ponte Preta, em Campinas, no interior paulista, Anderson Ferreira, de 28 anos, torcedor do Guarani, foi espancado com barras de ferro e de madeira em frente ao Estádio Brinco de Ouro, morrrendo três dias depois.
Por Época


