Operador de brinquedo do Hopi Hari nega ter orientado garota
O operador do Hopi Hari apontado por dois funcionários do parque como o responsável pelo setor do brinquedo onde a adolescente Gabriella Nichimura, 14, se sentou com a família negou que desempenhasse essa função no dia do acidente que levou a menina à morte.
Edson da Silva foi ouvido na manhã desta quarta-feira pela Polícia Civil de Vinhedo (79 km de SP), em um depoimento que durou mais de quatro horas.
O delegado Álvaro Santucci Noventa Júnior diz que não descarta fazer uma acareação entre os funcionários. Segundo ele, os operadores do brinquedo Vitor Ígor de Oliveira e Marcos Antônio Leal disseram que Silva era o responsável pelo setor três do brinquedo La Tour Eiffel --conhecido como elevador-- no qual se sentou toda a família de Gabriella.
A garota morreu após cair do brinquedo a cerca de 25 metros do chão, porque a trava de sua cadeira não estava fechada corretamente.
"Existe a possibilidade de pedir acareação se houver divergência nos depoimentos de todos. Hoje houve uma contradição, porque Edson disse que era responsável pelo setor dois", disse Noventa Júnior.
Nesta tarde, serão ouvidas outras duas operadoras que trabalhavam no brinquedo na hora do acidente: Amanda Amador e Luciana Ribeiro.
O delegado disse que os funcionários do elevador fazem uma espécie de revezamento ao longo do dia: cada um começa responsável por um setor, mas a ordem é alterada durante o dia.
Noventa Júnior disse que não perguntou a Silva se foi ele quem respondeu à mãe de Gabriella, Silmara Nichimura, que o brinquedo era seguro mesmo sem o cinto auxiliar --que faltava na cadeira da jovem.
Segundo o delegado, Silva disse que trabalha há quatro meses no parque, mas aquele era o sexto dia em que ele operava o brinquedo. "Comentaram com ele que a cadeira estava quebrada, mas não entraram em detalhes", disse Noventa Júnior.
Edson da Silva foi ouvido na manhã desta quarta-feira pela Polícia Civil de Vinhedo (79 km de SP), em um depoimento que durou mais de quatro horas.
O delegado Álvaro Santucci Noventa Júnior diz que não descarta fazer uma acareação entre os funcionários. Segundo ele, os operadores do brinquedo Vitor Ígor de Oliveira e Marcos Antônio Leal disseram que Silva era o responsável pelo setor três do brinquedo La Tour Eiffel --conhecido como elevador-- no qual se sentou toda a família de Gabriella.
A garota morreu após cair do brinquedo a cerca de 25 metros do chão, porque a trava de sua cadeira não estava fechada corretamente.
"Existe a possibilidade de pedir acareação se houver divergência nos depoimentos de todos. Hoje houve uma contradição, porque Edson disse que era responsável pelo setor dois", disse Noventa Júnior.
Nesta tarde, serão ouvidas outras duas operadoras que trabalhavam no brinquedo na hora do acidente: Amanda Amador e Luciana Ribeiro.
O delegado disse que os funcionários do elevador fazem uma espécie de revezamento ao longo do dia: cada um começa responsável por um setor, mas a ordem é alterada durante o dia.
Noventa Júnior disse que não perguntou a Silva se foi ele quem respondeu à mãe de Gabriella, Silmara Nichimura, que o brinquedo era seguro mesmo sem o cinto auxiliar --que faltava na cadeira da jovem.
Segundo o delegado, Silva disse que trabalha há quatro meses no parque, mas aquele era o sexto dia em que ele operava o brinquedo. "Comentaram com ele que a cadeira estava quebrada, mas não entraram em detalhes", disse Noventa Júnior.
Por Folha


