Cachoeira diz que escuta é ilegal e quer anular provas
O bicheiro Carlinhos Cachoeira pediu à Justiça a anulação das provas
obtidas pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo, que
investigou seus negócios nos últimos dois anos.
Os advogados do empresário apontam como motivo o envolvimento do senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), amigo de Cachoeira e seu interlocutor em várias conversas gravadas pela PF.
Segundo a defesa do empresário, a investigação só poderia ter sido conduzida com autorização do STF (Supremo Tribunal Federal), onde Demóstenes tem foro privilegiado como congressista.
Se for bem sucedida, a manobra poderá inviabilizar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) criada pelo Congresso para investigar o bicheiro.
A reportagem teve acesso à defesa que os advogados de Cachoeira protocolaram na 11ª Vara Federal de Goiás na quarta-feira. É sua primeira manifestação oficial sobre o caso, que levou o empresário à prisão em 29 de fevereiro.
Seus advogados alegam que todas as decisões da Justiça de Goiás são ilegais e devem ser anuladas por causa do envolvimento de Demóstenes Torres.
Para a defesa, desde a primeira conversa, o STF já deveria ter sido provocado pelo juiz Moreira Lima. O magistrado não se manifestou.
Por causa de suas ligações com Cachoeira, Demóstenes responde a processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado.
O requerimento que propôs a criação da CPI para investigar o bicheiro cita a Operação Monte Carlo ao justificar o pedido.
A CPI deverá ser instalada nesta semana.
Os advogados do empresário apontam como motivo o envolvimento do senador Demóstenes Torres (ex-DEM-GO), amigo de Cachoeira e seu interlocutor em várias conversas gravadas pela PF.
Segundo a defesa do empresário, a investigação só poderia ter sido conduzida com autorização do STF (Supremo Tribunal Federal), onde Demóstenes tem foro privilegiado como congressista.
Se for bem sucedida, a manobra poderá inviabilizar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) criada pelo Congresso para investigar o bicheiro.
A reportagem teve acesso à defesa que os advogados de Cachoeira protocolaram na 11ª Vara Federal de Goiás na quarta-feira. É sua primeira manifestação oficial sobre o caso, que levou o empresário à prisão em 29 de fevereiro.
Seus advogados alegam que todas as decisões da Justiça de Goiás são ilegais e devem ser anuladas por causa do envolvimento de Demóstenes Torres.
Para a defesa, desde a primeira conversa, o STF já deveria ter sido provocado pelo juiz Moreira Lima. O magistrado não se manifestou.
Por causa de suas ligações com Cachoeira, Demóstenes responde a processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética do Senado.
O requerimento que propôs a criação da CPI para investigar o bicheiro cita a Operação Monte Carlo ao justificar o pedido.
A CPI deverá ser instalada nesta semana.
Por Folha


