Cabral: 'Esses vândalos presos vão responder administrativa e criminalmente'
Os 439 bombeiros que participaram da ocupação do quartel central da corporação e foram presos neste sábado (4) vão respoder administrativamente e criminalmente. É o que afirmou o governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, após passar a manhã reunido com a cúpula de sua gestão: "A abertura do processo disciplinar já foi determinada por mim. E a abertura do processo criminal cabe ao Ministério Público, que tomará também as medidas devidas".
Cabral afirmou que o grupo que tomou o Quartel Central do Corpo de Bombeiros é formado por "vândalos, irresponsáveis". "Foram eventos completamente inaceitáveis do ponto de vista do Estado de direito democráico, do ponto de vista do que representa o respeito às instituições, sem falar na própria hierarquia dessa instituição tão querida e admirada pelo povo do Rio de Janeiro", disse.
O governador anunciou também a troca do comando da corporação. O coronel Pedro Machado foi substituído pelo coronel Sérgio Simões, até então secretário de Defesa Civil da Prefeitura do Rio de Janeiro. "Infelizmente, tomei a decisão de fazer a mudanca, o (coronel Pedro Machado) homenageando, agradecendo a ele por tudo o que fez à frente do Corpo de Bombeiros."
Cabral disse que grupos políticos estão ligados ao protesto dos bombeiros: "Lamento que algumas centenas, em uma instituição de milhares, tenham se seduzido pelo discurso de delinquentes políticos". E criticou aqueles que levaram mulheres e filhos para a ocupação do quartel. "Alguns levaram mulheres e filhos para esse ato de vandalismo, de maneira irresponsável, condenável, covarde."
O governador afirmou que há uma política de recuperação salarial para o Corpo de Bombeiros e que sua gestão realizou melhorias nos últimos quatro anos, investindo R$ 120 milhões. "Não é verdade que é o pior salário do Brasil", afirmou Cabral.
Por volta das 6h05 da manhã deste sábado, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o Batalhão de Choque invadiram o quartel para retirar os manifestantes. Os bombeiros foram presos e levados para o Batalhão de Choque e, posteriormente, à Corregedoria da Polícia Militar, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.
Cabral afirmou que o grupo que tomou o Quartel Central do Corpo de Bombeiros é formado por "vândalos, irresponsáveis". "Foram eventos completamente inaceitáveis do ponto de vista do Estado de direito democráico, do ponto de vista do que representa o respeito às instituições, sem falar na própria hierarquia dessa instituição tão querida e admirada pelo povo do Rio de Janeiro", disse.
O governador anunciou também a troca do comando da corporação. O coronel Pedro Machado foi substituído pelo coronel Sérgio Simões, até então secretário de Defesa Civil da Prefeitura do Rio de Janeiro. "Infelizmente, tomei a decisão de fazer a mudanca, o (coronel Pedro Machado) homenageando, agradecendo a ele por tudo o que fez à frente do Corpo de Bombeiros."
Cabral disse que grupos políticos estão ligados ao protesto dos bombeiros: "Lamento que algumas centenas, em uma instituição de milhares, tenham se seduzido pelo discurso de delinquentes políticos". E criticou aqueles que levaram mulheres e filhos para a ocupação do quartel. "Alguns levaram mulheres e filhos para esse ato de vandalismo, de maneira irresponsável, condenável, covarde."
O governador afirmou que há uma política de recuperação salarial para o Corpo de Bombeiros e que sua gestão realizou melhorias nos últimos quatro anos, investindo R$ 120 milhões. "Não é verdade que é o pior salário do Brasil", afirmou Cabral.
Por volta das 6h05 da manhã deste sábado, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e o Batalhão de Choque invadiram o quartel para retirar os manifestantes. Os bombeiros foram presos e levados para o Batalhão de Choque e, posteriormente, à Corregedoria da Polícia Militar, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio.
Por Época


