Religiosos fazem protesto contra projeto que criminaliza homofobia
Religiosos realizaram nesta quarta-feira (1º) um protesto em frente ao Congresso Nacional contra o projeto que criminaliza a homofobia.
Eles temem que pastores possam ser punidos se condenarem a homossexualidade nas pregações.
Relatora do projeto, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) disse, no entanto, que vai incluir um artigo que protegerá os cultos da criminalização.
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) chegaram a trocar insultos no Senado no mês passado após o adiamento da votação do projeto.
Marta concedia entrevista a emissoras de TV quando Bolsonaro se postou atrás da petista com panfletos "antigays" nas mãos, junto a outros deputados. Aos gritos, Marinor tentou tirar o grupo.
Ela entrou com representação contra o deputado na Procuradoria do Senado.
A Casa adiou a votação do projeto a pedido de Marta, que quer buscar consenso.
O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de "lei da mordaça".
A matéria prevê punições para uma série de preconceitos e discriminações, entre eles os que envolvem a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).
O projeto também quer punir quem "impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público" de casais do mesmo sexo, desde que essas manifestações sejam permitidas a heterossexuais.
Se aprovado no Senado, ele voltará à Câmara dos Deputados, onde teve origem, para mais uma avaliação.
Eles temem que pastores possam ser punidos se condenarem a homossexualidade nas pregações.
Relatora do projeto, a senadora Marta Suplicy (PT-SP) disse, no entanto, que vai incluir um artigo que protegerá os cultos da criminalização.
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e a senadora Marinor Brito (PSOL-PA) chegaram a trocar insultos no Senado no mês passado após o adiamento da votação do projeto.
Marta concedia entrevista a emissoras de TV quando Bolsonaro se postou atrás da petista com panfletos "antigays" nas mãos, junto a outros deputados. Aos gritos, Marinor tentou tirar o grupo.
Ela entrou com representação contra o deputado na Procuradoria do Senado.
A Casa adiou a votação do projeto a pedido de Marta, que quer buscar consenso.
O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de "lei da mordaça".
A matéria prevê punições para uma série de preconceitos e discriminações, entre eles os que envolvem a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais).
O projeto também quer punir quem "impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público" de casais do mesmo sexo, desde que essas manifestações sejam permitidas a heterossexuais.
Se aprovado no Senado, ele voltará à Câmara dos Deputados, onde teve origem, para mais uma avaliação.
Por Folha