Substitutos vão buscar ligações entre réus e morte de juíza no Rio
Os juízes que substituíram a juíza Patrícia Acioli, assassinada na última quinta-feira com 21 tiros, vão avaliar os casos que estavam a cargo de Acioli e buscar ligações entre os réus e o assassinato, de acordo com o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos. Em breve, eles deverão assumir o julgamento desses processos.
"Tenho certeza que esse crime não ficará impune. Dois juízes já vieram se oferecer para assumir a vara. Isso prova que os juízes não estão intimidados e que esses bandidos não vão conseguir intimidar a Justiça", afirmou.
A 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, onde Acioli atuava, vai receber ainda o reforço de cinco promotores. O Procurador-Geral de Justiça do Rio, Cláudio Soares Lopes, afirmou que os promotores irão agilizar os processos e a busca de provas na comarca.
"Os julgamentos no Tribunal do Júri de São Gonçalo não vão parar, pelo contrário, correrão com rapidez ainda maior", disse. A partir de setembro, outros dois promotores passarão a auxiliar nos processos e audiências da Vara.
Atualmente, a vara, na região metropolitana do Rio, tem 1.305 processos em andamento. Em 2010, foram recebidos 778 novos processos, cerca de 65 por mês. Entre janeiro e julho deste ano já foram ajuizadas 454 novas ações.
Os juízes que substituem Acioli foram nomeados nesta segunda-feira. Os processos serão assumidos pelo juiz Alexandre Oliveira Camacho de França, da 7ª Vara Cível, que será auxiliado por Marcelo Castro Anatocles da Silva Ferreira, do 1º Juizado Criminal Especial, e Adillar dos Santos Teixeira Pinto, do juizado de violência contra a mulher.
"Tenho certeza que esse crime não ficará impune. Dois juízes já vieram se oferecer para assumir a vara. Isso prova que os juízes não estão intimidados e que esses bandidos não vão conseguir intimidar a Justiça", afirmou.
A 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, onde Acioli atuava, vai receber ainda o reforço de cinco promotores. O Procurador-Geral de Justiça do Rio, Cláudio Soares Lopes, afirmou que os promotores irão agilizar os processos e a busca de provas na comarca.
"Os julgamentos no Tribunal do Júri de São Gonçalo não vão parar, pelo contrário, correrão com rapidez ainda maior", disse. A partir de setembro, outros dois promotores passarão a auxiliar nos processos e audiências da Vara.
Atualmente, a vara, na região metropolitana do Rio, tem 1.305 processos em andamento. Em 2010, foram recebidos 778 novos processos, cerca de 65 por mês. Entre janeiro e julho deste ano já foram ajuizadas 454 novas ações.
Os juízes que substituem Acioli foram nomeados nesta segunda-feira. Os processos serão assumidos pelo juiz Alexandre Oliveira Camacho de França, da 7ª Vara Cível, que será auxiliado por Marcelo Castro Anatocles da Silva Ferreira, do 1º Juizado Criminal Especial, e Adillar dos Santos Teixeira Pinto, do juizado de violência contra a mulher.
Por Folha


