Carnavalesco Joãosinho Trinta morre em São Luís
O carnavalesco João Clemente Jorge Trinta, o Joãosinho Trinta, morreu neste sábado em São Luís (MA), sua cidade natal. O Hospital UDI informou que a morte aconteceu às 9h55 do horário local (10h55, no horário de Brasília). Segundo a unidade de saúde, o carnavalesco, que estava com pneumonia e infecção urinária, sofreu um choque séptico. Aos 78 anos, Joãosinho Trinta estava internado desde o dia 3 de dezembro.
O corpo de Joãosinho será velado em São Luís, e o enterro está marcado para as 10 horas de segunda-feira.
Joãosinho trabalhou como escriturário em sua cidade natal até se mudar para o Rio de Janeiro, em 1951. Começou a carreira artística na dança clássica, no Teatro Municipal. Ele montou peças como O Guarani, de Carlos Gomes, e Aida, de Giuseppe Verdi.
No carnaval, estreou no Salgueiro, onde ganhou seus primeiros títulos ainda como assistente de Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues, em 1965, 1969 e 1971. Seu primeiro desfile como carnavalesco foi uma parceria com a artista plástica Maria Augusta. O Eneida: amor e fantasia deu ao Salgueiro o terceiro lugar no carnaval do Rio de Janeiro em 1973. O primeiro título veio logo em sua estreia solo, no ano seguinte, com O rei de França na Ilha da Assombração. Em 1975, foi bicampeão apresentando O segredo das minas do Rei Salomão.
Apesar das vitórias, Joãosinho deixou o Salgueiro por desentendimentos com a diretoria da escola de samba. A carreira continuou vitoriosa na Beija-Flor, escola pela qual ficou mais conhecido. Ele levou os títulos dos carnavais de 1976, 1977, 1978, 1980 e 1983. Mas um dos seus trabalhos mais conhecidos não lhe deram o campeonato: em 1989, ele ficou em segundo lugar com Ratos e urubus, larguem a minha fantasia. O Cristo Redendor coberto por um plástico preto se tornou uma das imagens mais lembradas da história dos desfiles da Sapucaí. Sobre o plástico, a mensagem "Mesmo proibido, olhai por nós". Foi o protesto de Joãosinho contra a censura a seu Cristo vestido de mendigo, que criou polêmica com a Igreja Católica.
No carnaval de 2012, a Beija-Flor de Nilópolis homenageará os 400 anos de fundação de São Luís.
O corpo de Joãosinho será velado em São Luís, e o enterro está marcado para as 10 horas de segunda-feira.
Joãosinho trabalhou como escriturário em sua cidade natal até se mudar para o Rio de Janeiro, em 1951. Começou a carreira artística na dança clássica, no Teatro Municipal. Ele montou peças como O Guarani, de Carlos Gomes, e Aida, de Giuseppe Verdi.
No carnaval, estreou no Salgueiro, onde ganhou seus primeiros títulos ainda como assistente de Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues, em 1965, 1969 e 1971. Seu primeiro desfile como carnavalesco foi uma parceria com a artista plástica Maria Augusta. O Eneida: amor e fantasia deu ao Salgueiro o terceiro lugar no carnaval do Rio de Janeiro em 1973. O primeiro título veio logo em sua estreia solo, no ano seguinte, com O rei de França na Ilha da Assombração. Em 1975, foi bicampeão apresentando O segredo das minas do Rei Salomão.
Apesar das vitórias, Joãosinho deixou o Salgueiro por desentendimentos com a diretoria da escola de samba. A carreira continuou vitoriosa na Beija-Flor, escola pela qual ficou mais conhecido. Ele levou os títulos dos carnavais de 1976, 1977, 1978, 1980 e 1983. Mas um dos seus trabalhos mais conhecidos não lhe deram o campeonato: em 1989, ele ficou em segundo lugar com Ratos e urubus, larguem a minha fantasia. O Cristo Redendor coberto por um plástico preto se tornou uma das imagens mais lembradas da história dos desfiles da Sapucaí. Sobre o plástico, a mensagem "Mesmo proibido, olhai por nós". Foi o protesto de Joãosinho contra a censura a seu Cristo vestido de mendigo, que criou polêmica com a Igreja Católica.
No carnaval de 2012, a Beija-Flor de Nilópolis homenageará os 400 anos de fundação de São Luís.
Por Época


