Criação de empregos no Brasil tem seu pior momento da crise
O mercado formal de trabalho gerou 42.735 empregos em novembro no país — um aumento de 0,11% em relação ao mês anterior. Entre janeiro e novembro, foram criadas 2.320.753 milhões de vagas com carteira assinada. No entanto, o mês de novembro deste ano teve um desempenho muito pior que no ano passado, quando foram gerados 138.247 postos. O Ministério do Trabalho divulgou nesta terça-feira os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).O desempenho de novembro de 2011 é o pior do mês desde 2008, quando foram fechados 40.821 postos de trabalho. Em 2009, foram registrados 46.695 empregos formais.
- Esse comportamento pode ser justificado, em parte, pela presença de fatores sazonais, como também, conjunturais, em razão da repercussão dos efeitos da crise internacional - explica o ministro interino do Trabalho e Emprego, Paulo Roberto dos Santos Pinto.
Segundo o ministério, em novembro houve alta de emprego em quatro setores de da economia: Comércio, com mais 107.920 postos de trabalho; Serviços, com 53.999; Administração Pública, 250; e Extrativa Mineral, 129 postos.
Por outro lado, tiveram desempenho negativo os setores da Indústria de Transformação, com retração de 54.306 postos; Agricultura, com -42.297 postos (-2,55%); Construção Civil, com -22.789 postos; e Serviços Industriais de Utilidade Pública, com perdas de 171 postos de trabalho.
O pior desempenho entre os estados foi o de São Paulo, com o fechamento de 29.145 vagas (-0,24%); depois veio Goiás com menos 10.466 postos ou (-0,96%); seguido por Mato Grosso -5.791 postos (-1,02%).
O Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar no país com a criação de 24.867 empregos (+0,70%); seguido pelo Rio Grande do Sul, com 12.875 postos (+0,52%); e em terceiro lugar veio Santa Catarina, 12.089 postos (+0,66%).
No Rio de Janeiro, também houve expansão com a criação de 24.867 postos (+0,70%); no Rio Grande do Sul foram mais 12.875 postos (+0,52%); Santa Catarina, 12.089 postos (+0,66%); Minas Gerais, 5.825 postos (0,14%) e; Paraná, com 5.663 vagas (0,22%). Já os estados que apresentaram desempenhos recordes foram: Pará, com 4.226 postos (+0,62%); Amapá, 496 postos (+0,76%) e Roraima, com 451 postos ou +1,13%.
O pior desempenho foi o de São Paulo, com o fechamento de 29.145 vagas (-0,24%); depois veio Goiás com menos 10.466 postos ou (-0,96%); seguido por Mato Grosso -5.791 postos (-1,02%).
- Esse comportamento pode ser justificado, em parte, pela presença de fatores sazonais, como também, conjunturais, em razão da repercussão dos efeitos da crise internacional - explica o ministro interino do Trabalho e Emprego, Paulo Roberto dos Santos Pinto.
Segundo o ministério, em novembro houve alta de emprego em quatro setores de da economia: Comércio, com mais 107.920 postos de trabalho; Serviços, com 53.999; Administração Pública, 250; e Extrativa Mineral, 129 postos.
Por outro lado, tiveram desempenho negativo os setores da Indústria de Transformação, com retração de 54.306 postos; Agricultura, com -42.297 postos (-2,55%); Construção Civil, com -22.789 postos; e Serviços Industriais de Utilidade Pública, com perdas de 171 postos de trabalho.
O pior desempenho entre os estados foi o de São Paulo, com o fechamento de 29.145 vagas (-0,24%); depois veio Goiás com menos 10.466 postos ou (-0,96%); seguido por Mato Grosso -5.791 postos (-1,02%).
O Rio de Janeiro ficou em primeiro lugar no país com a criação de 24.867 empregos (+0,70%); seguido pelo Rio Grande do Sul, com 12.875 postos (+0,52%); e em terceiro lugar veio Santa Catarina, 12.089 postos (+0,66%).
No Rio de Janeiro, também houve expansão com a criação de 24.867 postos (+0,70%); no Rio Grande do Sul foram mais 12.875 postos (+0,52%); Santa Catarina, 12.089 postos (+0,66%); Minas Gerais, 5.825 postos (0,14%) e; Paraná, com 5.663 vagas (0,22%). Já os estados que apresentaram desempenhos recordes foram: Pará, com 4.226 postos (+0,62%); Amapá, 496 postos (+0,76%) e Roraima, com 451 postos ou +1,13%.
O pior desempenho foi o de São Paulo, com o fechamento de 29.145 vagas (-0,24%); depois veio Goiás com menos 10.466 postos ou (-0,96%); seguido por Mato Grosso -5.791 postos (-1,02%).


