Deputado quer CPI para apurar suposta omissão da Caixa
O deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) quer que a Câmara dos Deputados investigue a suposta fraude na Caixa Econômica Federal que pode resultar em prejuízos da ordem de R$ 1 bilhão, conforme revelou a Folha.
Ele começou nesta terça-feira a colher assinaturas para a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar a compra e venda de ações pela corretora Tetto com valor além do real.
Hoje, a Folha mostrou que as transações financeiras da corretora carioca realizadas ameaçam lesar também em cerca de R$ 100 milhões o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), conforme aponta o banco em ação judicial.
Avelino diz que a Caixa tenta "justificar o injustificável" ao responsabilizar uma prestadora de serviços de tecnologia pelos problemas envolvendo os títulos.
Para o deputado, "o mínimo que se espera de uma instituição do porte da Caixa é que trabalhe com instrumentos de controle e backup de seus sistemas".
"Entendemos que, se há controles, são ou foram ineficientes. Por outro lado, se não existem salvaguardas, poder-se-ia afirmar que a administração da instituição é ou foi irresponsável", diz ele.
A mesma CPI também pretende indagar sobre o que se passou na compra de parcela do Banco PanAmericano.
O deputado precisa conseguir, no mínimo, 171 assinaturas para protocolar o pedido de CPI.
Ele começou nesta terça-feira a colher assinaturas para a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar a compra e venda de ações pela corretora Tetto com valor além do real.
Hoje, a Folha mostrou que as transações financeiras da corretora carioca realizadas ameaçam lesar também em cerca de R$ 100 milhões o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), conforme aponta o banco em ação judicial.
Avelino diz que a Caixa tenta "justificar o injustificável" ao responsabilizar uma prestadora de serviços de tecnologia pelos problemas envolvendo os títulos.
Para o deputado, "o mínimo que se espera de uma instituição do porte da Caixa é que trabalhe com instrumentos de controle e backup de seus sistemas".
"Entendemos que, se há controles, são ou foram ineficientes. Por outro lado, se não existem salvaguardas, poder-se-ia afirmar que a administração da instituição é ou foi irresponsável", diz ele.
A mesma CPI também pretende indagar sobre o que se passou na compra de parcela do Banco PanAmericano.
O deputado precisa conseguir, no mínimo, 171 assinaturas para protocolar o pedido de CPI.
Por Folha


