Ibama multa Chevron em mais R$ 10 mi por plano de emergência
O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) multou nesta sexta-feira em R$ 10 milhões a empresa petrolífera Chevron, que opera o campo de Frade, na bacia de Campos, por descumprimento de condições previstas na licença ambiental.
A análise feita pelo Ibama mostrou falhas no cumprimento do PEI (Plano de Emergência Individual) aprovado no licenciamento ambiental da atividade de exploração e extração de petróleo. Entre as falhas observadas estão a ausência de equipamentos nas embarcações de emergência e a demora no atendimento inicial ao vazamento.
Foi a segunda multa que o Ibama aplicou à empresa por causa do vazamento de óleo descoberto no dia 8 de novembro. A primeira multa, de R$ 50 milhões, foi emitida em 21 de novembro em função do lançamento de petróleo no mar.
Nesta semana, a Polícia Federal indiciou a Chevron e a Transocean e mais 17 executivos das duas empresas pelo vazamento de óleo no campo de Frade. Entre os indiciados está o presidente da Chevron no Brasil, George Buck.
Em seu relatório, encaminhado ao Ministério Público Federal, o delegado Fábio Scliar, da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico (Delemaph), da PF, no Rio, afirma que as empresas usaram "práticas temerárias" e causaram danos ambientais, além de sonegar informações aos investigadores e entregar documentos falsos à polícia.
"Tenho total convicção de que a política institucional da empresa é temerária e leviana na perfuração de poços de petróleo no Brasil. Por isso, a responsabilização dos executivos", disse Scliar.
A Chevron disse que a decisão "não tem mérito". A Transocean informou que vai avaliar o relatório. A primeira tem a concessão de exploração do campo; a segunda operava a sonda que perfurava o poço que vazou.
A análise feita pelo Ibama mostrou falhas no cumprimento do PEI (Plano de Emergência Individual) aprovado no licenciamento ambiental da atividade de exploração e extração de petróleo. Entre as falhas observadas estão a ausência de equipamentos nas embarcações de emergência e a demora no atendimento inicial ao vazamento.
Foi a segunda multa que o Ibama aplicou à empresa por causa do vazamento de óleo descoberto no dia 8 de novembro. A primeira multa, de R$ 50 milhões, foi emitida em 21 de novembro em função do lançamento de petróleo no mar.
Nesta semana, a Polícia Federal indiciou a Chevron e a Transocean e mais 17 executivos das duas empresas pelo vazamento de óleo no campo de Frade. Entre os indiciados está o presidente da Chevron no Brasil, George Buck.
Em seu relatório, encaminhado ao Ministério Público Federal, o delegado Fábio Scliar, da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico (Delemaph), da PF, no Rio, afirma que as empresas usaram "práticas temerárias" e causaram danos ambientais, além de sonegar informações aos investigadores e entregar documentos falsos à polícia.
"Tenho total convicção de que a política institucional da empresa é temerária e leviana na perfuração de poços de petróleo no Brasil. Por isso, a responsabilização dos executivos", disse Scliar.
A Chevron disse que a decisão "não tem mérito". A Transocean informou que vai avaliar o relatório. A primeira tem a concessão de exploração do campo; a segunda operava a sonda que perfurava o poço que vazou.
Por Folha


