Bin Laden não estava armado ao ser morto
O governo americano recuou ontem da versão inicial sobre a morte do terrorista Osama bin Laden, líder e fundador da Al Qaeda, afirmando que ele estava desarmado no momento da ação ocorrida na noite de domingo na mansão na cidade de Abbottabad, no Paquistão.
Os primeiros relatos diziam que o ex-terrorista número um do mundo havia sido alvejado na cabeça depois de atirar contra os agentes especiais americanos que invadiram o complexo onde morava havia anos.
Os EUA afirmaram ontem que a operação foi legal e que Osama, apesar de estar desarmado, resistiu à prisão. "A resistência não exige uma arma de fogo", disse o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, sem explicar como Bin Laden teria tentado impedir sua captura a ponto de ameaçar os agentes. Também disse que havia outras pessoas armadas na casa.
O líder terrorista foi morto com tiros no rosto e no peito, segundo os EUA.
Anteontem, John Brennan, conselheiro do presidente Barack Obama para assuntos de segurança, disse que os militares estavam preparados para capturar Bin Laden vivo "se ele não apresentasse nenhuma ameaça".
Defensores da ação argumentam que os EUA estão em guerra contra a Al Qaeda e que o Congresso americano autorizou em 2001 o uso de força militar contra terroristas.
Além de confirmar que Bin Laden estava desarmado, os EUA recuaram da versão de que o saudita usou uma mulher como escudo humano.
Uma das mulheres de Bin Laden --que os EUA disseram inicialmente haver morrido na operação-- levou um tiro na perna, disse Carney. Uma mulher não identificada morreu na operação.
Os primeiros relatos diziam que o ex-terrorista número um do mundo havia sido alvejado na cabeça depois de atirar contra os agentes especiais americanos que invadiram o complexo onde morava havia anos.
Os EUA afirmaram ontem que a operação foi legal e que Osama, apesar de estar desarmado, resistiu à prisão. "A resistência não exige uma arma de fogo", disse o porta-voz da Casa Branca, Jay Carney, sem explicar como Bin Laden teria tentado impedir sua captura a ponto de ameaçar os agentes. Também disse que havia outras pessoas armadas na casa.
O líder terrorista foi morto com tiros no rosto e no peito, segundo os EUA.
Anteontem, John Brennan, conselheiro do presidente Barack Obama para assuntos de segurança, disse que os militares estavam preparados para capturar Bin Laden vivo "se ele não apresentasse nenhuma ameaça".
Defensores da ação argumentam que os EUA estão em guerra contra a Al Qaeda e que o Congresso americano autorizou em 2001 o uso de força militar contra terroristas.
Além de confirmar que Bin Laden estava desarmado, os EUA recuaram da versão de que o saudita usou uma mulher como escudo humano.
Uma das mulheres de Bin Laden --que os EUA disseram inicialmente haver morrido na operação-- levou um tiro na perna, disse Carney. Uma mulher não identificada morreu na operação.
Por Folha